Trabalho… Ofício… Work… Etc…

outubro 1, 2008 por coelhovoador

É…

Hoje dia 1º de outubro de 2008, devo confessar que estou um tanto quanto frustrado…

Ontem a noite consegui uma de minhas melhores fotos, mas tive que apagar o arquivo antes de chegar em casa, não posso ficar dando bobeira com esse tipo de foto em casa, né?

Vai que a dona patroa resolve dar uma blitz no meu aparelho… Às vezes ela dá uma de doida…

Mas chega de papo… Hoje é um novo dia e eu consegui uma nova foto que deve entrar em breve por aqui, fiquem, por enquanto, com uma coleguinha de trabalho, eu bem que gostaria de uma foto com mais proximidade, por baixo da mesa, mas essas foram as melhores que consegui

Essa vida nem sempre é fácil como eu gostaria que fosse!

 

Ainda aguardo meu primeiro comentário…  Deixe seu recado pro coelho!

então vamos às compras!!!

setembro 23, 2008 por coelhovoador

é, pois é…

entra semana, saí semana e eu aqui, tentando manter uma certa regularidade nos posts, até porque se eu for muito rápido as fotos vão acabar e eu não vou ficar enchendo linguiça nem o saco de vocês só com historinhas

bem, desta vez estava eu e a minha “máquina” no supermercado, fazendo a tal das compras do mês, lista na mão, carrinho, essas coisas chatas que todo mês tenho que fazer

então, eis que surge a mulher, bonita, uns 30 anos, morena, cabelos com luzes, cintura fina e ele, o vestido (não preciso dizer que era mais um dia de sol nessa cidade maravilhosa), na hora veio a maldade no coração e o pensamento “preciso fazer essa foto”

é, supermercados são bons pra isso, araras e prateleiras, em alturas diferentes, dá pra se abaixar sem dar muito na pinta, mas tem que chegar bem perto, esse é um dos problemas, a agilidade é o outro ponto crucial

e aí está o resultado, nem sempre perfeito, mas dá pra ter noção das pernas e bunda. lindas.

ainda aguardo o primeiro comentário…

era uma vez

setembro 17, 2008 por coelhovoador

Hoje não vou por fotos, só mais uma historinha

 

Quando 2 mais 2 é igual a 5

Era uma vez… Três amigos: Coelho, este que vos escreve, 1,70m, 85k, moreno, Muralha, ex-atleta, 1,90m, 100k, mulato e Bola, 1,60m, 90k, também moreno

Estes amigos gostavam muito de sair juntos, pois Muralha era dono do automóvel, Bola tinha as amigas e Coelho possuía a lábia necessária pra derrubar qualquer ponto de negatividade

Então um dia estes amigos foram pra Via Show, já conheciam a casa e as histórias, mas dessa vez foi bastante peculiar

Chegaram ao local bem cedo, por volta de 23h, tomaram umas lá fora, encontraram conhecidos, formaram o bonde e entraram na casa eram mais ou menos 0h

Dança, cervas, mulheres, red bulls, cervas, mulheres, uísques, não necessariamente nessa ordem

Eis que em dado momento, Muralha e Bola sem engraçam pra duas “amigas” que depois ficamos sabendo que eram primas: Amanda e Vanessa eram mulatas bonitas, parecidas, 1,60m, 50 e poucos quilos, bundas grandes, cabelos pretos, cada um pegou uma já quase no final de noite

Saíram os cinco contando suas “aventuras” e foram bebericar mais, pra se entrosar, nos quiosques ainda dentro do espaço da casa de shows

Coelho perguntando se elas não tinham mais nenhuma amiga ali perto pra não ter que ficar de “vela” e recebendo umas olhadas interessantes de Vanessa, a que ficou com Muralha

Conversa vai, conversa vem decidiram que todos iam pro apê de Muralha e que depois levariam as meninas de carona pra casa… Esse foi o início da noite

No carro, Muralha e Vanessa na frente, o resto atrás, Amanda e Bola se atracando, Coelho zoando todo mundo e meio que reclamando por ficar só olhando, nisso Vanessa fala “- Calma amor, o que é teu tá guardado…”

Entram no apartamento, Muralha arrasta Vanessa pra um quarto, Bola e Amanda vão pra outro, Coelho vai até o banheiro, toma um banho, saí, senta no sofá, pega o controle remoto, liga a TV e fica escutando os gemidos e sussurros oriundos dos quartos da casa enquanto e tenta não pegar no sono, pois já estava amanhecendo

Passados uns 20min voltam Bola e Amanda, ambos emburrados, Coelho pergunta “- Ué? Ejaculação precoce? Hehehe” e entre reclamações e caras feias ele percebe que não rolou nada entre Bola e a menina, estes sentam no sofá, abraçados e emburrados, Coelho ainda zoa “- Ahahaha… Não fui só eu que fiquei no zero!” nesse tempo escuta-se a cama rangendo no quarto de Muralha

Um tempo depois ouve-se a porta do quarto abrindo, após isso a do banheiro fechando e o chuveiro. Muralha e Vanessa “acabam” o serviço tomam um banho e vêm pra sala, ele chega rindo e ela enrolada nas toalhas chama “-Coelho… Vem aqui no quarto que eu quero falar com você…” e Coelho pula do sofá “-É pra já linda… Seu desejo é uma ordem”

Entram no quarto se beijando e se agarrando, ela diz baixinho “Eu te queria o tempo todo…” a toalha dela vai pro chão, as roupas dele também vão, ainda de pé, ela ajoelha, desce, vai beijando o peito, mamilos deles, barriga, virilha e finalmente abocanha o membro, duro, muito duro, chupa e suga com maestria, passa a língua na glande, outrora engole quase todo, acaricia o saco, morde de leve, Coelho, de pé, apenas geme

Ele a levanta e a deita na cama e começa beijando seus pés, subindo, coxas, virilha, barriga, seios, mamilos, a mão já está na xaninha, beija o pescoço, vai descendo, seios, mamilos, fica ali um bom tempo, ela geme, pressiona a cabeça dele contra o peito dela, desce pra barriga, virilha, ela geme alto, a língua nos grandes e pequenos lábios, 2 dedos dentro, língua no clitóris, Vanessa geme, sussurra, Coelho continua, ela pede mais, o corpo estremece, um gemido alto e ela goza ali, quase desfalece

Ele para, olha pra ela “- Minha vez de gozar” pega a camisinha (Coelho sempre foi um adepto do sexo seguro) coloca, ela deitada, molhada, linda, ele a penetra, com força e jeito, ela o abraça e começam os movimentos

A princípio com calma, sentindo a dama quente, apertada, molhada, deliciosa, pra depois ir com mais força e rapidez, sem machucar, Coelho empurrando, falando obscenidades e Vanessa gemendo, a cama balançando, batendo na parede

Com movimentos rápidos e certeiros Coelho continua investindo, Vanessa geme, diz que vai gozar de novo, pede pra não parar, sussurra, aperta, geme, arranha, grita e goza, goza com vontade, estremece de novo e sorri com uma cara de safada, de mulher satisfeita e Coelho fala “- 2 vezes? Eu ainda não fui nenhuma, mas você vai me deixar gozar como eu quero, né?” e ela “- Eu sei o que você quer” e vira de bruços, aquela bunda linda, morena, marca de biquíni, ele “- É tudo o que eu quero” e ela “- Vem que eu também adoro”

Coelho então deita por cima dela, ajeita o corpo, Vanessa empina a bunda, convidando-o ao prazer, ele aponta o pênis na direção certa, força, empurra, sente quando o anel se alarga permitindo a passagem apertada do membro, ela geme, ele continua penetrando devagar, com calma, colocando cada centímetro dentro dela, até aquela bunda engolir todo o pau dele e pára totalmente encaixado, fica assim uns segundos sentindo o calor do momento e então começam as estocadas, ela também ajuda, pede “- Bem forte que eu adoro” Coelho engatado, indo pra frente a pra trás, aproveitando a oportunidade, gemendo, forçando, empurrando, indo e voltando, falando “- Safada… Cachorra… Mexe essa bunda… Eu sei que você gosta” e goza, explode num orgasmo forte, farto, geme alto, sorri e ficam assim, juntos, engatados por longos minutos

Ela fala “- Vou tomar um banho… Já são quase 9h… Precisamos ir…” e ele “Lógico, mas eu quero ir pro chuveiro com você”

E depois do banho se arrumam e vão pra sala Muralha, Bola e Amanda dormem no sofá, eles os acordam, tomam café, prometem mais encontros e todos vão pra suas casas, uns mais felizes do que os outros

 

 

é lógico que são nomes fictícios

 

saldos e extratos…

setembro 16, 2008 por coelhovoador

quem é que nunca precisou ir a um banco na vida?

instituições bancárias são sempre as que mais lucram nos trimestres e quadrimestres da economia brasileira, porém não estou aqui pra falar disso

era uma vez uma agência bancária, um dia de calor, tempo normal quando tratamos do rio de janeiro, estava eu na fila, observando esta bela mulher, vestido solto, fresco, distraída com o atendente, eu atrás dela esperando a melhor hora, disfarcei fingindo pegar algo dentro da minha bolsa e click!

uma pena que eu não tenha a melhor iluminação do mundo, mas a luz natural quebra o galho

eis o resultado

muito quente na sombra…

setembro 12, 2008 por coelhovoador

sexta-feira de calor, muito calor, no rio de janeiro…

muita gente suando, mulheres bem a vontade, usando saias e vestidos folgados, o tipo de roupa ideal pra fazer minhas fotos, admito que quando vejo uma mulher bonita usando um vestido me passam várias “maldades” pela cabeça

vou postar pra vocês a última leva de minhas primeiras fotos salvas no pc, eu juro que tenho fotos muito melhores, mas como disse vou colocar numa ordem cronológica a não ser que algum grande evento altere meu calendário

essas fotos foram feitas por debaixo de uma mesa, não mostram muita coisa, mas garanto que a dona dessas pernas é um espetáculo!

até o próximo post

era uma vez

setembro 12, 2008 por coelhovoador

é, devo admitir que fiquei feliz por ter decidido publicar um blog para que todos (todos?) pudessem apreciar minha singela arte

mas nem só de imagens vai viver esse blog, gostaria de acrescentar um ou outro relato de experiência vivida por este blogueiro

 

 

A Escada

Era uma vez um rapaz, que vou chamar de Coelho, que tinha uma namorada de algum tempo, uns 2 anos de indas e vindas de um namoro, Acácia, esta é a namorada, morava em um prédio de 5 andares que não possuia elevador, este prédio tinha somente 1 apartamento por andar

Coelho visitava sua adorada quase toda noite e esta sempre o levava até o portão do prédio para se despedir altas horas da noite, para chegar até esse portão o principal caminho eram as escadas(existia também a opção de se jogar pela janela, mas isso não vem ao caso)

Acácia morava com sua família no 4º andar, são 4 lances de escada, prédio com 5 apartamentos e apenas 3 ocupados na época, vocês podem imaginar o que rolava, certo?

Bem, Coelho e Acácia agarrados em um beijo quente, parados entre o 3º e o 4º, ela usava um vestidinho bem folgado, as mãos em movimentos certeiros aqui e acolá fazendo o clima esquentar ainda mais

Eis que ela abre a bermuda dele liberando um membro pulsante, rígido como uma rocha, e começa um movimento de masturbação, ele, por sua vez abaixa pequena calcinha dela e levanta o vestido de forma que possa apreciar o que há de mais belo no corpo feminino

Após uns minutos de mãos e toques ela ajoelha, segura o pênis com uma das mãos e leva sua cabeça e boca ao encontro dele, uma boca, uma chupada indescritível, movimentos que beiram a perfeição, Coelho apenas suspira e geme baixinho

Num esforço sobre humano para não atingir o orgasmo ali mesmo Coelho levanta sua dama troca uns beijos e a coloca de costas pra ele num degrau mais alto, levanta o vestido, termina de arrancar a calcinha, deixando o corpo dela dessa forma no angulo correto, posiciona o membro latejando na direção daquela gruta molhada e começa a penetrá-la delicadamente, primeiro a glande, sentindo o corpo quente da fêmea, sentindo seu sexo pedindo mais e mais, ela não aguenta, geme pede que a possua, força uma penetração mais rápida

Ele, então, num movimento invade o corpo dela, é possível sentir o cheiro do sexo, Coelho e Acácia agora são um só, ele por trás dela indo e vindo, forte, ele, com uma das mãos segurando sua cintura de forma que não seja possível retirá-lo dali e com a outra a acariciar o clitóris, ela geme, pede que ele a inunde com seu gozo, ele diz que não é hora, que vai apreciar cada momento dentro dela, ela pede mais e mais o vai e vem é rápido, forte, certeiro… Ela goza, um orgasmo que faz o corpo dela tremer, suar, as pernas bambearem, mas emite apenas um suspiro forte

Ele então retira o pênis de sua vagina encharcada, ainda duro, ela de costas, ele mira o outro lado, sabe que ela nunca gostou de sexo anal, mas ela não diz nada, ele sussurra no ouvido dela “agora é a minha vez de gozar” e ela consente balançando positivamente a cabeça, aproveitando que seu membro está melado, lubrificado, Coelho força a passagem pelo delicado anel, sente ele abrindo, cedendo espaço para a glande, ela geme, mas não é dor, ele sente atravessar a resistência, geme, suspira “vou gozar no seu rabinho” e ela “vai… mete… meu corpo é todo seu”

Coelho empurra, centímetro após centímetro, enterra, mete, às vezes com força, às vezes com jeito, mas não deixa nem um pedaço de seu sexo fora de sua amada, ela geme, pede mais, “estou adorando” ele começa o vai e vem forte, segurando o corpo dela, os dois de pé na escada

Ele goza, inunda-a, segura-a, geme alto, e os dois ficam ali uns minutos, agarrados, corpo no corpo, se sentindo, mas é hora dele ir, e eles se beijam, descem os degraus restantes, beijam-se novamente prometendo mais e mais horas na escada

Ele sai, ela tranca o portão e sobe

 

 

é lógico que são nomes fictícios

segundo post…

setembro 8, 2008 por coelhovoador

galera, essas nem são minhas primeiras fotos desse tipo, mas são as primeiras que eu consegui salvar pro pc, vou tentar colocá-las na ordem em que as tirei pra seguir uma cronologia, até pras que as histórias delas sejam bem contadas

como falei, adrenalina no sangue e muita cara de pau de estar frente a frente, conversando com a dona dessas pernas, vários colegas na sala, enquanto, por baixo da mesa, tirava as fotos, suando frio, sentindo o coração bater forte, uma sensação boa de estar vivo

apreciem

apenas o início…

setembro 4, 2008 por coelhovoador

bem… fiquei dias, semanas, pensando e pesquisando sobre o assunto, queimando neurônios decidindo se devia ou não expressar esse meu hobby nesse universo chamado internet.

a verdade é que uma parte de mim estava decidida (acho que por falta de juízo) a criar este espaço e mostrar ao público um pouco do que tenho feito há alguns meses… digamos que é um hobby que a maioria das pessoas não entenderia, algo que me desperta desejo, tesão, libera muita adrenalina na corrente sanguínea e aí a razão é deixada de lado.

e já que imagens vale mais do que palvras eis, para apreciação, a minha “arte”.

sou apenas um cara com uma idéia depravada na cabeça (ou nas cabeças) e um celular na mão.